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POLÍTICA

Câmara aprova projeto de lei que cria em Imbituba a “Semana Municipal da Conscientização do Autismo”

Em 2024, a Semana do de Conscientização do Autismo será celebrada entre os dias 1 e 5 de abril.

Por Holmes Brasil Jr. - Redação Imbituba - SC

O plenário da Câmara de Vereadores aprovou Projeto de Lei, de autoria do vereador Bruno Pacheco (PSB), que institui em Imbituba a “Semana Municipal da Conscientização do Autismo”, a ser comemorada, anualmente, na semana do dia 2 de abril, data em que se celebra o Dia Mundial de Conscientização do Autismo.  

A Semana de Conscientização do Autismo terá como finalidade promover campanhas publicitárias, institucionais, seminários, palestras e cursos sobre o Transtorno do Espectro Autista, conhecido pela sigla TEA.  

O projeto foi aprovado por unanimidade na Sessão Plenária realizada no último dia 11 de abril.  

Em 2024, a Semana do de Conscientização do Autismo será celebrada entre os dias 1 e 5 de abril. Antes disso, o Poder Executivo irá regulamentar a Lei e introduzir a data no Calendário Municipal de Eventos.  

O vereador Bruno Pacheco, que atualmente ocupa a vice-presidência do Legislativo, justifica a celebração da data em Imbituba lembrando que a ONU (Organização das Nações Unidas), no fim de 2007, definiu todo 2 de abril como sendo o Dia Mundial de Conscientização sobre o importante tema, quando cartões-postais de todo o planeta se iluminam de azul — no Brasil, o mais famoso é o Cristo Redentor — para lembrar a data e chamar a atenção da mídia e da sociedade para o Transtorno do Espectro do Autista.  

“Segundo a Revista Autismo, a doença é caracterizada por um déficit em duas importantes áreas do desenvolvimento humano: comunicação social e comportamento. Não há só um tipo de autismo, mas muitos subtipos, que se manifestam de uma maneira única em cada pessoa. Tão abrangente que se usa o termo “espectro”, pelos vários níveis de comprometimento — há desde pessoas com outras doenças e condições associadas (comorbidades), como deficiência intelectual e epilepsia, até pessoas independentes, com vida comum, algumas nem sabem que são autistas, pois jamais tiveram a doença diagnosticada”, explica o vereador.  

Bruno lembra ainda que existem muitos mitos com relação ao autismo e acredita que qualquer tipo de abordagem séria sobre o tema, quaisquer atividades e campanhas tendo como centro a educação da sociedade sobre o transtorno vem de encontro ao objetivo do projeto de lei apresentado e aprovado unanimemente pelos vereadores: Educar a sociedade e promover a inclusão das pessoas portadoras do Transtorno do Espectro Autista.  

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